Viram a matéria que saiu no caderno Ela, do jornal O Globo, neste sábado (11/09/10) falando sobre presos que trabalham tricotando para a grife Doisélles, de Juiz de Fora?
A marca fabrica peças de tricô e chochê para grifes sofisticadas no Brasil e no exterior e, ao verem a demanda por peças aumentar, inovaram e iniciaram um trabalho na penitenciária Professor Ariosvaldo de Campos Pires.
O trabalho foi iniciado com homens e mulheres, mas o sexo masculino se mostrou mais concentrado, menos falante e, por conta disso, mais produtivo! Atualmente, a marca mantém uma funcionária na penitenciária para coordenar a produção.
Porcurei na edição digital fotos pra colocar aqui, mas não achei. Quem tiver o jornal em casa, vale a leitura. Achei a idéia muito legal. Eles fugiram do óbvio, não? E a lei garante a diminuição de um dia na pena a cada três trabalhados. Além disso, eles recebem salário. Alguns chegam a tirar R$ 900,00 num mês.
E a empresária já avalia a possibilidade de apoiar cooperativas de ex-presidiários, garantindo um emprego digno após a pena.


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